Nós testamos

Dirigimos o novo Citroën C4 Lounge

Por Jorge Moraes
Enviado especial

 

Buenos Aires – O redesenhado sedã da Citroën é bom de conforto e apela para o clássico moderninho para assinar a sua primeira reforma visual desde agosto de 2013. O C4 Lounge argentino é praticamente igual ao vendido na China considerando apenas algumas necessidades de cada mercado.

 

O resultado do dia inteiro de trabalho analisando o carro traduzo agora. Na reestilização, a grade frontal permitiu elegância e exclusividade para a identidade dos veículos da marca, onde a Citroën lançará um novo automóvel até 2023 no Brasil. Os faróis são full LED e harmonizam com o design. Na parte de baixo da frente do Lounge, um novo para-choque conecta com as laterais. Elementos cromados em “C” nas extremidades, onde se inserem os faróis de neblina reforçam a identidade da família C4.

 

As versões são a seguinte: Feel (R$ 93.920) com bancos em couro e bem completa e o modelo Shine (R$ 102,8 mil) que ganha teto solar, rodas diamantadas, seis bolsas infláveis e teto solar. Acho que pelos equipamentos a proposta seria levar o topo da gama trabalhando o bom desconto depois da euforia do lançamento. O modelo base não é ruim e entrega o que promete mas se o bolso permitir a esticada… Salve a França na garagem de casa!

 

Para calça-lo, rodagem aro 17 que combina com a carroceria e, na traseira, as lanternas valorizam a tampa e apontam para a assinatura THP do motor 1.6 de injeção direta e 173 cv no etanol e 0 a 100 Km/h em 9,4 segundos. A máxima de 215 Km/h consegue ser pra lá de justa. (Veja aqui os equipamentos de série de cada versão)

 

Acelerando você percebe que o Lounge, (que tem controle de estabilidade) é firme nas curvas mais fechadas e você sente isso. Não é um automóvel chato de guiar. A suspensão independente acertada, como ponto dos bons autos da Citroën, se destaca na estrada. O volante, apesar de grande, é novo e perdeu a função boba da versão anterior com a base fixa da coluna. No Shine, bacana tocar no botão de partida localizado ao lado esquerdo do painel. A chave tipo sensor também é outro mimo.

 

O câmbio automático de seis marchas é rápido nas trocas e, no console central, o acabamento da marcha se destaca na decoração da cabine. Por dentro, achei que encontraria mais estilo oferecido pela central multimídia de sete polegadas com possibilidade de espelhamento para o celular, CarPlay e Android Auto. O quadro de instrumentos digital é bacana e conta com a função de “modo de condução” que avisa se você está fazendo o motor beber muito.

Editor viajou a convite da Citroën

 

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