Pós-Dolphin e Ora: chineses travam queda de braço por elétricos mais baratos

Quase dois meses após a chegada do BYD Dolphin e anúncio de pré-venda do GWM Ora, o preço dos carros elétricos, no Brasil, continua caindo. Agora, foi a vez do Renault Kwid E-Tech que tirou R$ 10 mil no preço do compacto. Agora, sai por R$ 139.990. Porém, não foi o único. Os chineses conseguiram fazer uma verdadeira ‘bagunça positiva’ nos preços.

O Caoa Chery iCar, que chegou a custar R$ 149.990, antes do lançamento do Dolphin, hoje já custa R$ 119.990. A redução representa uma queda de 20% no preço do subcompacto elétrico. Atualmente, ele é a porta de entrada para o mundo dos 100% elétricos. O mais barato do país.

Outro que baixou de preço foi o JAC E-JS1, que sai por R$ 139.900. O modelo custava R$ 145.900, no período pré-BYD Dolphin. Além disso, o golfinho chinês também puxou para baixo o preço de alguns modelos eletrificados.

O Hyundai Kona agora é comercializado por R$ 169.900, uma redução de R$ 40 mil no valor anunciado inicialmente. O Kona EV também teve redução, mas de R$ 70 mil no previsto. O primeiro elétrico da Hyundai no Brasil é ofertado por R$ 219.990.

No grupo Stellantis também houve redução. O Peugeot e-2008 agora é comercializado por R$ 219.990. Uma queda de R$ 50 mil no preço. Kona EV e e-2008 dividem o preço dos SUVs elétricos mais baratos do Brasil.

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O segmento dos híbridos também teve queda. o Chery Arrizo 6 Pro Hybrid usou a foice e cortou R$ 22.500 no preço do sedã. Agora ele custa R$ 129.990.

Combustão
O preço provocativo da BYD e GWM também fizeram modelos a combustão, que estão na faixa de preço do Dolphin e Ora pensarem duas vezes na precificação. Exemplo disto é o Volkswagen T-Cross, que agora parte de R$ 140.990 – redução de R$ 14 mil. O Renegade também acompanhou a queda e mudança de modelo de entrada. A nova faixa “musical” dos R$ 150 mil e abaixo desse valor vai ficar ainda mais competitiva.

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