GNV é alternativa para o bolso, mas gera dúvidas

Em tempos de aumentos constantes nos combustíveis, toda ajuda para aliviar o peso no bolso é bem-vinda. A instalação do Kit Gás, o GNV (Gás Natural Veicular), já é uma opção bastante difundida entre os brasileiros, mas ainda levanta várias dúvidas, principalmente entre aqueles que nunca utilizaram o equipamentos.

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Com uma economia que pode chegar a 50% em comparação aos gastos com gasolina ou o etanol, o GNV continua sendo a alternativa mais procurada, especialmente por quem precisa do carro para sobreviver, como é o caso de taxistas e motoristas de aplicativo.

Além de diminuir os gastos com combustíveis, o kit gás também diminui as emissões de poluentes, o que ajuda a combater as mudanças climáticas. Para desfrutar de todos os benefícios, os interessados precisam, antes de mais nada, seguir as normas legais estipuladas pelo Denatran e pelo Inmetro.

De acordo com o diretor técnico do Instituto Brasileiro de Inspeção Técnica Veicular (Ibra-ITV), Wagner Barbosa, as principais dúvidas estão em relação à instalação em sim. “A pergunta que mais surge é se o gás danifica o veículos. A resposta é simples: Não, nem reduz o tempo de vida útil dos componentes do carro”, destaca.

Também é importante destacar que a instalação do kit de quinta geração tornam a conversão imperceptível em relação a mudança de combustível. “Logo, a perda de potência pode chegar a menos de 5%”, explica Wagner.

O diretor ainda aponta que, para aqueles que instalaram o gás no veículo, mas querem trocar de carro, é possível fazer a troca. “Uma vez adquirido o kit, ele pode ser retirado e reinstalado quantas vezes forem necessárias, mediante a substituição de itens de simples reposição”.

Outra vantagem do GNV é que ele pode ser colocado em qualquer caro. “Eles são perfeitamente adaptáveis a qualquer tipo, marca e modelo de veículos, inclusive os que possuem motorização turbo”, comenta Wagner.

Um destaque importante, antes mesmo de escolher qual tipo de kit gás será utilizado é pesquisar uma instaladora registrada pelo Inmetro. Além disso, também é preciso realizar a inspeção inicial de segurança na IBRA-ITV, fazer a inspeção periódica anual, realizar a requalificação do cilindro a cada 5 anos e a manutenção do sistema de forma rotineira.

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