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Audi Q5 híbrido com 367 cv de potência desfila com tecnologia para os alemães

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Do México para o Brasil, o primeiro híbrido plug in da Audi representa o a nova jornada elétrica da montadora no Brasil. Dirigimos o carro de São Paulo até a cidade de Paraty, na bela região da Costa Verde, Rio de Janeiro. Bom de estrada, o Q5 TFSIe começa a ser vendido a partir de hoje, na pré-venda, a partir de R$ 413.990 no primeiro lote com 300 unidades. Modelo topo da gama custa R$ 469 mil.

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O carro fabricado na planta de San José Chiapa está disponível nas carrocerias SUV e Sportback e nas versões Performance e Performance Black. O utilitário é responsável por inaugurar no mercado local a nova família de motores híbridos Plug-In (PHEV) com bateria de alta capacidade. A engenharia alemã se defende e diz o seguinte.

O novo propulsor representa a terceira geração do motor 2.0 TFSI à combustão (EA888), que desenvolve 252 cavalos de potência e 370 Nm de torque, atuando em conjunto com um elétrico síncrono de imãs permanentes (PSM), com 105 kW (143 cv) de potência máxima e até 350Nm de torque máximo já disponível em baixas rotações.

O conjunto é acoplado à transmissão S tronic de sete velocidades com aceleração de 0 a 100 km/h realizada em 5,3 s e a velocidade máxima (limitada eletronicamente) é de 210 km/h. No modo 100% elétrico, a máxima é de 135 km/h. Com a potência combinada, ele desenvolve 367 cv e 500 Nm de torque, forte, pode crer.

“Estamos comprometidos com a nossa agenda ambiental e acreditamos que a mobilidade sustentável”, afirmou no texto do fabricante, Daniel Rojas, CEO e Presidente da Audi do Brasil.

O Q5 com teto panorâmico de série, mede 4.682 metros e entrega boa dose de conforto para quem viaja atrás (entreeixos de 2,8 metros) com duas portas USB. Na estrada, recursos da eletrônica funcionam como elementos de defesa contra “aqueles erros” que o carro não aceita e corrige para deixá-lo na linha, na leitura das faixas, por exemplo e no alerta e frenagem de emergência.

Ah! Divertido é buscar o drive Select e andar no modo dinâmico, mais esportivo. Lembre-se: são 367 cavalos e um torque generoso de 500 Nm. A suspensão multilink da aula de equilíbrio no carro e a tração Quattro distribui, com estilo, a pegada para as rodas aro 19 polegadas 235/55.

Na cabine, no interior S line, tela de 10,25 polegadas com Carplay e Android sem fio. O cluster de 8,8 polegadas projeta o GPS do veículo. O volante esportivo tem paddle shifters e comandos de funcionalidades da tela central. Faça na estrada, bom uso do controlador de velocidade de cruzeiro. O som de 19 falantes é dos bons, leva assinatura Bang Olufsen (opcional) na versão top (o sistema de entrada conta com 10 falantes).

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O SUV por dentro tem quatro opções de cores e do lado de fora, na riqueza visual dos LEDs e da grade frontal octogonal oferece 11 opções de cores. O head-up display, não faz diferença para mim mas está lá como opcional.

Na parte química

A tecnologia usa a distribuição do modo elétrico e combustão. A autonomia, sem gastar gasolina, fica na média de 56 Km a 62 Km. A bateria em íon-lítio de alta tensão está localizada abaixo do piso do porta-malas, é composta por 104 células prismáticas e possui capacidade de armazenamento de energia de 17,9 kWh com uma tensão de 381 volts. E digo que existem quatro modos de operação. O elétrico é ativado automaticamente quando acionado o sistema de navegação por satélite, mas também pode ser selecionado manualmente por meio do botão seletor.

O híbrido entra com base em uma base de cálculos que incluem limites de velocidade, tipos de estradas, subidas e descidas durante o trajeto, distância total até o destino e perfil da rota escolhida.

Quando o motorista retira o pé do acelerador, o sistema de gerenciamento de direção decide, conforme a situação, entre a desaceleração com o motor desligado e a recuperação de energia, ou seja, a recuperação de energia cinética e sua conversão em energia elétrica.

Além da condução híbrida, o motorista pode escolher outros três modos. O modo EV (Veículo Elétrico) é o padrão sempre que o veículo é ligado e conduzido exclusivamente no modo elétrico, desde que o condutor não pressione o pedal do acelerador até o seu fim de curso.

No Hold, a capacidade da bateria é mantida no estágio atual. Já no modo Charge, o sistema de gerenciamento de acionamento aumenta a quantidade de energia na bateria com o auxílio do motor à combustão. Assim como na recuperação, o motor elétrico funciona como gerador para carregamento da bateria. O carregador vem no carro mas recomendo a instalação do wall box na garagem para melhorar o tempo de recarga entre seis e oito horas, o que depende do status de porcentagem da bateria. O tanque comporta 54 litros e a capacidade da mala é de 465 litros (530 litros no Sportback).

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