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Análise: Uber não tem condições de fiscalizar os carros no Brasil

Na era dos aplicativos e da acessibilidade, a experiência negativa com a idade e mal conservação da frota e uma grande parte dos motorista de aplicativos (Uber) é terrível. Há quem preste um bom serviço, tenha um veículo conservado diante da proposta e oferte satisfação para o cliente. Mimos que deixaram de ser aplicados e, de boa, vale a pena não optar por chamadas que remetam a placas antigas.

Os carros mais novos atualmente começam pela letra P podendo os veículos de placa K darem a opção semelhante. Os veículos do tipo Select (sedãs) geralmente ocupam os porta-malas com o cilindro de gás, mas são melhores. Em sua maioria.

A Uber já ofereceu cortesia como regra e o motorista descia do veículo, recebendo você e dando a chance de o passageiro relaxar um pouco mais. Não faltava água a bordo. Adhemar Taboada, administrador e consultor de grandes negócios, reforça o sentimento de centenas de usuários. “O mau do Brasil é esse. Até começaram bem, mas depois… Falta fiscalização, antes disso comprometimento e qualidade de quem pilota”.

Ralf Júnior, administrador de empresas, também já passou por mal bocados. E para deixar claro: o começo foi diferente, declarou o executivo que não acredita mais na qualidade do que é oferecido.

Estou de acordo com Ralf porque pessoalmente me considero um bom usuário, conheço bons condutores, de carros novos e limpos ou somente limpos. Motoristas gentis.

Eis a dica para você ficar por dentro da chamada e se ligar no prazo de chegada. O carro deve oferecer o mínimo de limpeza e conservação. O ar-condicionado é essencial para seu conforto e privacidade. Observe se o dono do volante não cancela a viagem e coloca a cobrança de R$ 6. Você pode reverter isso em crédito e ainda não esquecer de avaliar através das estrelas a sua viagem. Lembre-se que você também será avaliado.

* Por Jorge Moraes

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