Troca de óleo: nunca esqueça!

A troca de óleo no prazo determinado pelo manual do carro é uma das mais importantes regras de manutenção de um automóvel. O óleo lubrificante é essencial para o funcionamento do motor e sua falta ou condições inapropriadas podem causar danos gravíssimos ao propulsor do veículo. Confira o vídeo:

A principal característica do bom óleo automotivo é a viscosidade, que com o passar do tempo muda de aparência. Quando isso acontece, o atrito entre as peças aumenta, prejudicando a vida útil e o desempenho do motor, que acarreta em maior consumo de combustível além de danificar a peça.


Verificar o nível de óleo no motor é simples. Antes de começar o procedimento é necessário esperar, no mínimo, cinco minutos com o motor desligado. Esse tempo é para que todo o óleo desça até o compartimento, caso contrário o nível pode estar abaixo do real. Depois é só retirar a vareta, limpá-la, colocar de volta e depois retirar novamente. É preciso observar se a marca está entre os indicadores de máximo e mínimo, isso significa que não será necessário completar.


Caso a marcação esteja abaixo do recomendado é preciso checar a situação do carro para saber se completa o óleo ou faz a troca completa. O recomendado é sempre fazer a troca, mas em alguns carros mais rodados é comum o nível abaixar, então completar é o mais aconselhado. No entanto, se a marcação estiver acima do indicado pode haver aumento na pressão do cárter, vazamento ou ruptura de bielas, além do óleo em excesso ser queimado na câmara de combustão sujando as velas e as válvulas, danificando o catalisador no sistema de descarga do veículo.


Se a troca foi realizada há pouco tempo, pode-se completar, porém é preciso seguir algumas precauções antes. O lubrificante utilizado deve ter a mesma base e viscosidade do que já está no motor. Essas especificações estão discriminadas no manual do veículo, mas em um posto de troca especializado é possível encontrar uma relação do modelo, ano e tipo de óleo que deve ser usado. Colocar óleos diferentes, jamais, pois a prática pode neutralizar algumas funções do produto e prejudicar o desempenho do veículo.

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